Revista Ciência da Felicidade - Abril de 1997
Tema em Foco - Mestre Ryuho Okawa
 
Sinalização para a Felicidade - Parte I

Revista publicada pela Ciência da
Felicidade em abril de 1997
1. O "Médico do Coração"

Para este mês escolhi o tema "A Sinalização para a Felicidade". Já existem publicados, na língua japonesa, dois livros que tratam de temas semelhantes a este: "Revelações Espirituais de Nichiren Shonin" e "Síndrome de 'Não Consigo Ser Feliz'". Ambos escritos com objetivo de solucionar problemas ou aflições específicos e individuais.

O que mais lamento como presidente da Ciência da Felicidade é a falta de tempo para responder às dúvidas e aflições de cada um e aconselha-los nos problemas da vida.

Esta foi a razão pela qual elaborei os textos de consulta, com respostas que poderão servir de modelo para todos. Se vocês tiverem problemas semelhantes nas suas vidas, certamente encontrarão soluções nas "Mensagens Especiais" desta revista, e nas próximas 10 edições. Portanto, vocês poderão consultá-las para solucionar seus problemas. Creio que este meio é permitido, uma vez que servirá para orientar um grande número de pessoas.

No entanto, aqueles que estão espiritualmente doentes necessitam de um diálogo a dois, de um aconselhamento individual. Na verdade, uma orientação padronizada para todos não é possível, tampouco se consegue solucionar os problemas com base unicamente em teorias.

O que precisamos, portanto, é o surgimento de "médicos do coração".

O status social de médico é bastante elevado, e muitos almejam tornar-se um deles. A quantidade de profissionais desta área está aumentando cada vez mais. Contudo, esta é uma realidade válida somente para os médicos do corpo. Na verdade, o homem está precisando de maior assistência nas "doenças do coração".

São muitos, tanto no nosso país como no resto do mundo, os que sofrem do coração espiritual. Vendo tal situação, fico ansioso em gerar muitos médicos do coração o mais rápido possível.

Atualmente, no Japão e em outras partes do mundo, sempre há médicos de plantão nos hospitais para curar desde as dores de dente, um leve mal estar, até sofisticadas cirurgias. Existe uma estrutura bem sistematizada.

Quando se trata de problemas do coração. Infelizmente, a pessoa não tem para onde ir, nem com quem contar. E mesmo que tivesse, não existiria a certeza de que a solução estivesse correta.

Está é uma das áreas na qual a Ciência da Felicidade está procurando atual fortemente. Atualmente, estamos promovendo seminários onde todos possam estudar, e temos um sistema de habilitação a partir das avaliações de desempenho dos participantes. Isto é fruto do nosso desejo de desenvolver médicos do coração com a necessária qualificação.

Na verdade, o meu desejo é de atender pessoalmente às consultas dos que aflitos e agoniados. Na sua impossibilidade, estamos formando pessoas com conhecimento e capacidade para exercer este papel. Alocando tais médicos do coração em todos os cantos do mundo, poderíamos curar as doenças do coração.

Nossos seminários têm sido muito difíceis, mas espero que compreendam a razão disso, a partir da analogia com o trabalho da medicina. Todos nós esperamos que os médicos tenham estudado profundamente, caso contrário não poderemos ficar tranqüilos quando adoecermos, tampouco acreditaremos na possibilidade da cura.

No Japão existe um sistema nacional de exame de habilitação para poder exercer a profissão de médico. Apesar de desconhecer a linha de corte desse exame, certamente, todos nós esperamos que os candidatos estejam sendo aprovados invariavelmente com nota dez.

Esperamos que haja médicos, em abundância, e que sejam capazes de diagnosticar com precisão diversas doenças e sintomas, e que sejam capazes de curar efetivamente. Nunca será demais termos médicos competentes neste mundo.

O mesmo vale para o médico do coração. Os assuntos dos livros "Revelações Espirituais de Nichiren-Shonin" e "Síndrome de 'Não Consigo Ser Feliz'" são experiências clínicas destas doenças e receitas para curá-las. Gostaria que todos considerassem-nos como estudos de casos e encontrassem as receitas para diferentes problemas. Espero que vocês se tornem capazes de aconselhar corretamente as pessoas para que elas possam encontrar a felicidade.

Portanto, não há limite em termos de grau de exigência na qualidade dos aconselhamentos. Tenham a consciência de que por mais que estudem, nunca será o suficiente.


2. Felicidade e Infelicidade

Vamos, a seguir, pesquisar mais profundamente a felicidade, com um enfoque mais prático. A nossa instituição tem nome de "Ciência da Felicidade". Sendo assim, o desejo contido na palavra "felicidade" é muito forte. É preciso que se tenha a consciência de que estamos iniciando atualmente o trabalho para concretização deste ideal na Terra.

Afinal, o que a palavra "felicidade" estaria indagando a vocês? Como é o estado de felicidade? E o estado de infelicidade? Vamos pensar um pouco sobre estas questões.

Eu diria que uma pessoa feliz é aquela que tem o coração repleto de pinturas bonitas, todas elas de suas preferência. E, por outro lado, uma pessoa infeliz é aquela que tem os quadros de pintura, que não são do seu agrado, no seu coração. Esta é a chave para as questões da "felicidade" e "aflições".

Quando se analisa a felicidade ou infelicidade, temos de compreender melhor o estado que chamamos de "aflição" ou de "agonia". O estado de aflição é aquele onde as pinturas gravadas no coração de uma pessoa, não são as ideais, não são as apreciadas por ela mesma. E a infelicidade é o estado de aflição contínua.

Portando, ma pessoa infeliz está constantemente com um quadro aflitivo ou agonizante no coração. E, por outro lado, uma pessoa feliz está sempre com uma pintura agradável no quadro do coração.

Não pretendemos estudar as Leis do Macrocosmo dentro de um tema como este: "Sinalização para Felicidade". A Verdade da felicidade é muito simples, e todos nós deveríamos adotá-la como um tema obrigatório de pesquisa. Muitas explicações seriam cabíveis em relação ao objeto chamado "coração", mas elas poderiam ser resumidas em telas de pintura guardadas dentro do nosso peito.

Diariamente, desenhamos alguma coisa nesta tela, e esta pintura nos dirá se somos felizes ou não. Precisamos, no caso, de uma postura de verificação objetiva do nosso próprio pensamento. A cada instante, precisamos inspecionar o tipo de quadro que estamos pintando.

Quem sempre fala da infelicidade, certamente, tem dentro do seu coração um quadro muito feio. As pessoas próximas até estranhariam por que ele insiste em pintar um quadro tão feio, por que usar uma cor tão cinzenta?

Cores exuberantes e maravilhosas estão disponíveis; então, por que utilizar justamente as cores escuras; preta, cinza?

Geralmente, as causas são sempre as mesmas. A primeira delas é o sentimento de fracasso. Uma pessoa, que em algum momento da vida, experimentou a derrota pode carregar este trauma pelo resto da vida. O fracasso gera a decepção. Muitos vivem com este estado do coração.

Um outro caso, que pode estar ou não relacionado com o sentimento de fracasso, é o complexo de inferioridade. Este é o caso mais grave em termos de pinturas sombrias. Ele pode gerar um sentimento de auto-rejeição e causar a perda da autoconfiança.

Estes são os fatores que levam um indivíduo a utilizar cores escuras nas pinturas do coração. Uma vez que todos temos dentro de nós tais fatores, o importante é conhecermos as suas causas.


3. As Causas do Sentimento de Fracasso como Combatê-las

Vamos bordar primeiramente o sentimento de fracasso, analisando em qual situação o homem adquire este sentimento. Muitas vezes, em função da nossa auto-imagem, temos certas expectativas tanto em relação à forma como seremos tratados por outros, como também em relação aos resultados que somos capazes de conseguir. Contudo, nem sempre a vida é como esperamos, e em seguida, surge o sentimento de que não somos capazes de suportar tal decepção. Nem sempre o erro está nas nossas expectativas. De fato, nem sempre somos devidamente valorizados. E como conseqüência, nos sentiremos fracassados.

Porém, mesmo que o mundo tenha sido injusto com você, se o fracasso for um estado permanente do seu coração, ele acabará se tornando verdadeiro. Enquanto você se julgar um fracassado, não conseguirá se livrar desta situação e nessas circunstâncias, existem três tipos possíveis de postura psíquica: A primeira é a de aceitar silenciosamente. É a postura psíquica de aceitação da realidade. A segunda é a de lançar novos desafios contra o mesmo problema, não se dando por vencido, por tantas vezes quantas forem necessárias. A terceira é a de procurar uma nova saída. Trata-se de um pensamento que procura um método alternativo, revertendo completamente o modo tradicional de se pensar. Basicamente, são estas, as três posturas possíveis.

1) Aceitação silenciosa

A aceitação silenciosa pode parecer uma solução muito passiva, no entanto, ela pode ser uma das chaves para o sucesso na vida. Pois o fracasso, na verdade, não é tão grande quanto imaginamos. Temos a tendência de supervalorizar as coisas, e achamos que elas são do tamanho do mundo. A realidade, porém, nem sempre é tão grave.

Um problema - de muita gravidade para quem está enfrentando - pode ser normal para outros. Um erro - imperdoável e desonroso para quem cometeu - pode ser trivial para outros. Assim, muito escândalo e drama são feitos por quem está vivendo o problema, o que acaba aumentando ainda mais as aflições e os sofrimentos. É isso o que ocorre comumente na vida real.

Numa situação assim, procure observar a si mesmo com uma certa distância. Procure analisar quantos podem estar vivendo situações semelhantes. Assim, poderá perceber que, o que era um problema enorme para si não tem uma dimensão real, e que na verdade, era você quem o transformava em um monstro. Embora esta maneira de enfrentar o fracasso possa parecer muito passiva, não podemos deixar de reconhecer seu valor em diversas situações da vida. O mundo não age como queremos. Isso vale tanto para vocês como também para mim. Não é possível manipular os pensamentos alheios de moda a fazer com que todos ajam conforme o meu desejo.

Esta incapacidade poderia ser interpretada como um fracasso individual, mas é fundamental sermos realistas e analisar objetivamente as nossas possibilidades.

Portanto, esta não é em absoluto, uma idéia passiva. Na verdade, esta personalidade descontraída é muito eficaz para combater as aflições e as agonias da vida.

Observem os sofredores. São geralmente sensíveis e preocupados. Vivem aflitos, num círculo vicioso, falando sempre a mesma coisa. Em suma, não são descontraídos, soltos. Num certo sentido, são obsessivos. É esta personalidade que gera as aflições, no entanto, eles preferem culpar os outros, o que é um grande erro.

É este o alerta que faço quando digo que "duas pessoas, embora sob iguais circunstâncias, pensam e agem de maneiras diversas". E digo mais: "Talvez você pense estar enfrentando um grande problema teria outra dimensão. Por exemplo, se fosse uma outra pessoa o problema teria outra dimensão. Por exemplo, se fosse um Espírito Superior, ou eu mesmo, as conseqüências deste mesmo problema seriam bem diferentes".

As conseqüências não são decorrências diretas do problema em si. Mesmo o estado do coração não é um fruto imediato do problema. Tudo é fruto da pessoa, e depende muito da tendência psíquica ou da personalidade de cada um. Portanto, digo àqueles que desejam eliminar as aflições que elas não precisam ser eliminadas; basta não produzi-las, pois são vocês que as produzem.

Um fracasso na vida pode se transformar em sofrimento de dez anos para uma pessoa, se ela continuar se amargurando por todos esse tempo; o mesmo fracasso pode encerrar em um ou dois dias, se ela for despreocupada, ou "cuca-fresca".

Quem assumiria as responsabilidades daquelas conseqüências? De quem seria a culpa, se ela se magoou em função das palavras rudes e sofreu por dez anos? Daquele que a magoou, ou dela mesma? Por mais que o outro estivesse errado, foi ela quem guardou a mágoa por tanto tempo. Se quisesse, ela poderia ter esquecido.

Quero que guardem bem no coração: "O criador da agonia somo nós mesmos. Se você tem a tendência de se amargurar, não fique racionalizando; faça primeiramente uma análise da sua própria personalidade. Se concluir que é do tipo que se angustia facilmente, tome a decisão de mudar sua personalidade e se tornar uma pessoa mais desapegada e despreocupada. A decisão é o primeiro passo da mudança".

Tendo no coração o desejo de mudar e de adquirir uma personalidade livre e descontraída, aos poucos, você conseguirá. Se ao invés disso, sentir-se vítima da perseguição e alvo das críticas alheias pelos erros do passado, jamais conseguirá libertar-se.

Descontraia-se. Uma vês descontraído, há duas posturas fundamentais que você deve assumir. Primeiramente, transforme aquele fracasso em lições de vida. Depois, acredite que aquele fracasso é o início de uma grande guinada na vida. Pense que haverá uma nova chance, melhor que a primeira.

Este postura é de suma importância e faz parte da "Teoria da Reversão Iluminista". Ao invés de nos acharmos fracassados, vamos acreditar que aquele fracasso será o estopim de algo melhor. Esta reversão do pensamento é fundamental, pois do contrário, mesmo que surja uma nova oportunidade, esta nos parecerá uma continuidade do fracasso anterior. Passado o sofrimento, conseguiremos entender o significado do fracasso, porém, dentro dele, será muito difícil aceitar. Mesmo assim, é possível tirar uma lição daquela situação e procurar um novo caminho do desenvolvimento.

Portanto, estas atitudes devem fazer parte da mudança da personalidade.

Há um outro sentido em deixar de ser uma pessoa agoniada, ou seja, observar o problema a partir de um grau superior.

No caso, por exemplo, de aflições juvenis, os jovem costumam entrar em um círculo vicioso sem saída. Se fosse alguém experiente diria: "Esse problema eu já enfrentei há trinta anos". Se os jovens acatassem a sua sabedoria, talvez o problema seria resolvido facilmente.

Assim, a avaliação dos problemas e das suas conseqüências deve ser feita a partir de um ponto de vista superior; isto é uma questão de treinamento. Ao praticarmos, conseguiremos ter uma visão global do problema, e entenderemos o que está acontecendo efetivamente. O problema pode ser mais simples do que parece. Portanto, use a criatividade para praticar tal maneira de ver os problemas. Com isso, será possível ver tudo de forma mais desapegada e descontraída.

2) Lancem desafios repetidas vezes

Falei que uma outra postura é a de desafiar as mesmas dificuldades repetidas vezes. Este é também um dos caminhos viáveis; é uma questão de "garra". Muitas vezes, ela é capaz de abrir caminho. O caminho se abrirá quando você lutar, fazendo dela uma mola propulsora.

Creio que esta postura tenha seus méritos, pois a vida não produzirá nenhum fruto se desistirmos com facilidade.

Quando acreditarmos num caminho, é preciso lutar por esta crença até onde for possível. A nossa personalidade estará se elevando, através desta postura. Transformar os erros em mola propulsora é um pensamento de fundamental importância.

Contudo, é melhor não se preocupar tanto em apagar os traumas do coração, que têm origem nos erros do passado. Ao invés disso, devemos nos concentrar no engrandecimento do próximo sucesso.

Ao invés de se fixar nas manchas de tinta, é melhor se dedicar em pintar todo o resto com cores maravilhosas. Os erros do passado, nada podemos fazer para mudar. Ao menos, temos de aprender a lição. Procurar aumentar significativamente o próximo sucesso, e não permitir que derrotas e fracassos do passado motivem sua própria punição eternamente.

3) Desbravem um caminho alternativo

Bem, a terceira postura é a de desbravar um caminho alternativo. A isso, costumo chama de "descoberta da chave". De fato, com freqüência, caminhos inusitados podem ser encontrados em locais inesperados. Uma porta de fuga pode estar numa direção inesperada.

Conseguiremos entender bem o significado da descoberta da chave quando usarmos a criatividade. Quanto mais usarmos, mais facilmente encontraremos o caminho alternativo.

Inconscientemente, acabamos nos tornando escravos do hábito. E, quando a derrota não sai da nossa consciência, acabamos nos tornando escravos da derrota e do fracasso. Assim, em diferentes situações, acabamos cometendo o mesmo tipo de erros. Nessas ocasiões a saída alternativa passa a ser fundamental.

Esta visão pode ser também chamada de "Teoria da Diversificação". A diversificação da vida pode ser muito importante quando estivermos para enfrentar algum problema na nossa vida. Este conceito não é nada difícil. Ele é muito aplicado inclusive em times de beisebol. Antigamente, um arremessador jogava todos os sets de uma partida com base na sua força de vontade: hoje, o técnico prepara alguns arremessadores e eles são escalados em diferentes fases do jogo: no início, no meio e nos sets decisivos. O ideal seria ter um arremessador capaz de agüentar o jogo do começo ao fim, mas a realidade nem sempre é assim. Nas horas de dificuldades, precisamos contar com saídas alternativas. Tendo alguns jogadores reservas, será viável a superação das dificuldades independentemente das estratégias adversárias. Por melhor que seja o arremessador não será possível vencer todas as partidas. Sempre haverá derrotas e, nestes momentos, devemos ter uma alternativa, ou seja, temos de diversificar.

O que fazer então nas nossas vidas, quando o jogo começar a endurecer? Temos de prever tais situações. Creio que seja necessário aprimorar diferentes técnicas, já prevendo usa-las como saídas alternativas.

Vez ou outra pode ocorrer de um determinado jogador vencer sozinho a partida fazendo muitos pontos. Isso pode até ser bonito, mas é por pouco tempo. É uma realidade que não podemos escapar, pois ela é como o sucesso: todos buscam, mas poucos conseguem. Muitos choques podem ocorrer, e planos emergenciais são necessários.

E como conseguir? Primeiramente, tendo a consciência de que uma das causas da transformação do fracasso num monstro é a fixação numa única meta. Ter uma idéia fixa pode ser importante, porém se isso se transformar em apego, os danos do fracasso serão irreparáveis.

Este modo de pensar é semelhante aos casos dos jovens que decidem precocemente a profissão, limitando assim a própria vida. Tem-se a impressão de que eles esqueceram que o homem possui possibilidades infinitas.

Na vida é fundamental que os caminhos alternativos sejam preparados, enquanto nos empenhamos em enfrentar e solucionar as dificuldades presentes. As alternativas devem estar sempre disponíveis, pois uma delas poderá se tornar a grande saída.

 
(Texto da revista Ciência da Felicidade edição de Abril de 1997 - Mais Informações: Clique Aqui)
Índice
Revista 194:
A Verdadeira Causa do Câncer
Revista 193:
Visita do Mestre à Índia e ao Nepal
Revista 192:
O Caminho para a Saúde Perfeita
Revista 191:
Como Cultivar a Prosperidade
Revista 190:
Ciclo de Palestras do Mestre no Brasil
Revista 189:
Os Métodos de Autoreflexão
Revista 188:
Provações e Independência da Criança
Revista 187:
Seja Infinitamente Amável
Revista 186:
A Maturidade Espiritual
Revista 185:
Sinta o Milagre
Revista 184:
O Caminho da Saúde Definitiva
Revista 183:
Enfrentando os Mares Turbulentos do Destino
Revista 182:
Atrair Novas Ideias & Aprender no Trabalho
Revista 181:
Encontrar a Felicidade na sua Família
Revista 180:
Viver Criativamente
Revista 179:
Utopia no Coração
Revista 178:
Adquirindo uma Consciência mais Elevada
Revista 177:
Os Estágios do Desenvolvimento do Amor
Revista 176:
O Caminho do Sucesso
Revista 175:
Enfrentando a Depressão
Revista 174:
Gestão Baseada no Tempo
Revista 173:
Viver para Amar
Parte 2
Revista 172:
Viver para Amar
Parte 1
Revista 163:
Como superar o Perfeccionismo
Revista 162:
Como vencer a doença
Revista - Maio de 1997
Sinalização para a Felicidade - Parte II
Revista - Abril de 1997
As Circunstâncias Espirituais de uma Guerra
Revista - Abril de 1997
Sinalização para a Felicidade - Parte I
Revista - Março de 1997
Como evitar espíritos obsessores
Revista - Março de 1997
O Prelúdio da Nova Era
Revista - Janeiro de 1997
O Correto Conhecimento do Mundo Espiritual
Revista - Janeiro de 1997
Um Dia, Uma Vida
   
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